CÍRCULO BÍBLICO – Primeiro domingo de março

(Lucas 6, 39-45)

 Como é bom agradecermos ao Senhor!

(Salmo 91/92)

  1. Preparação do ambiente: Colocar em destaque uns sinais de vida: velas acesas, flores naturais e a Bíblia. 
  1. Canto para motivar a participação das pessoas.
  2. Acolhida: Valorizar as pessoas da casa ou do grupo.
  3. Invocação da força da luz do Espírito Santo.

Espírito Santo, tu que vieste do Pai, e que permaneceste conosco, em Jesus, tu que habitas, pela fé, nos nossos corações, abre-nos à Palavra!

Seja a nossa inteligência e a nossa vontade, terreno bom, onde tu possas trabalhar com liberdade, de modo que a nossa vida seja sinal eloquente da tua caridade. Amém. 

Dirigente: Vamos fazer a recordação da vida ou revisão do dia, olhar de perto as coisas da nossa vida.

  1. Escutar a Palavra de Deus, que traz luz para a vida. 

Chave de leitura: A parábola do cisco e da trave (vv. 41-42) apela para a necessidade de autocrítica e misericórdia: “Como podes dizer a teu irmão: ‘Irmão, deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando não percebes a trave que está no teu próprio olho?’” (v. 42). A trave não permite enxergar bem; ela distorce ou diminui a visão.

  1. a) Canto de aclamação: a critério.
  2. b) Leitura do texto: Lucas 6, 39-45 (o que diz o texto)?
  3. c) Momento de silêncio: Interiorização da leitura.
  1. Vamos descobrir o que Deus nos tem a dizer por meio deste texto: 

Dirigente: Às vezes, uma cegueira envolve os nossos olhos, e a pior delas é aquela quando não enxergamos a nós mesmos. Nós enxergamos tanta coisa, mas o essencial não; enxergamos os problemas dos outros, os defeitos, as maldades deles, mas não conseguimos ver os nossos defeitos, os nossos limites, nós não conseguimos enxergar aquilo que em nós está errado. 

 Para refletir:

–  O que o texto diz para mim, hoje?

– Qual palavra mais me toca o coração?

– Sou uma pessoa que julga, que vê o “cisco” no olho do irmão?

– Minha vida revela contradições?

– O meu Projeto de vida é o do Mestre Jesus Cristo?

  1. Rezar a Palavra de Deus para transformá-la em vida. 

Dirigente: Com toda confiança, elevemos ao Senhor nossas preces, pois Jesus diz que quem busca encontra, e quem pede recebe.

Preces: (espontâneas)

Resposta: Senhor atendei nossa prece 

Oração: Pai nosso

Ave Maria

Bênção final 

CÍRCULO BÍBLICO – 1º DOMINGO DA QUARESMA

(Lucas 4, 1-13) 

Quem habita ao abrigo do Altíssimo,

e vive à sombra do Senhor onipotente.

(Salmo 90/91)

  1. Acolhida
  1. a) Criar um bom ambiente. Dar as boas-vindas. Colocar as pessoas à vontade;
  2. b) Símbolos próprios da Quaresma: Cruz, Bíblia, pano roxo, simbolizando o tempo de conversão, frases do evangelho do dia;
  3. c) Apresentar brevemente o assunto que vai ser refletido, meditado e rezado neste encontro.
  4. Abertura

– Estes lábios meus, vem abrir, Senhor, (bis)

Cante esta minha boca sempre o teu louvor!(bis)

– Venham, adoremos a nosso Senhor. (bis)

É Tempo de Quaresma que ele consagrou. (bis)

–Venham, exultemos todos no Senhor, (bis)

Ele é nosso Rochedo, nosso Salvador! (bis)

– Somos o seu povo, o rebanho seu, (bis)

Ele é nosso Pastor, ele é nosso Deus! (bis)

–Não fechemos hoje, nosso coração, (bis)

Sua voz escutemos com toda atenção! (bis)

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis)

Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis)

–Venha com fervor para a oração, (bis)

Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição. (bis)

Dirigente: Vamos fazer a recordação da vida ou revisão do dia, olhar de perto as coisas da nossa vida.

  1. Escutar a Palavra de Deus, que traz luz para vida

Chave de leitura: O evangelho deste primeiro domingo da Quaresma apresenta dois momentos: as tentações de Jesus e o início de sua evangelização. Inicia dizendo que o Espírito fez com que Jesus fosse para o deserto. Todos os três evangelistas (Mateus, Lucas e Marcos) têm como principal autor desse retiro no deserto o Espírito. 

  1. a) Canto de aclamação: a critério.
  2. b) Leitura do texto: Lucas 4, 1-13 (o que diz o texto)?
  3. c) Momento de silêncio: Interiorização da leitura
  4. Meditar a palavra para fazer aparecer a luz
  5. a) Ler o texto, em silêncio;
  6. b) Retomar o texto, lendo-o em voz alta (Uma pessoa);
  7. c) Relembrar o texto, destacando, símbolos, falas e o lugar/espaço dos acontecimentos.

 Questões para reflexão:

– O que mais lhe chamou a atenção? Por quê?

– Como a leitura deste texto nos ajuda a viver a Quaresma?

  1. Rezar a palavra para transformar a Luz em vida

Dirigente: Jesus vai para o deserto. Deserto significa lugar desabitado, solitário, desamparado, abandonado. No sentido bíblico, deserto era terra da aridez, símbolo da privação de chuva e de fertilidade. É o lugar da purificação e da pobreza.

Leitor 1. No deserto, Jesus ficou quarenta dias. Este número recorda os quarenta anos do Povo de Deus no deserto, rumo à libertação. Foram quarenta dias em que Moisés permaneceu no alto do Monte Horeb diante de Deus. para receber as tábuas da lei (Dt 9,9).

Preces: Irmãos e irmãs, neste tempo favorável, neste dia da salvação, apresentemos ao Senhor nossas súplicas confiantes e digamos:

Resposta: Cristo, Filho do Deus vivo, tem pena de nós.

(As pessoas podem fazer suas preces em voz alta ou em silêncio).

Pensar um gesto concreto, pessoal ou comunitário, de acordo com a realidade local.

Pai-nosso…

Ave-Maria…

Oração

Ó Deus de ternura e Mãe da compaixão, és fonte de toda ação justa e de toda palavra boa. Vivendo a Quaresma como um tempo de deserto, ensina-nos a orar. Tu nos chamas à penitência. Converte, então, nosso coração, e ensina-nos a praticar o verdadeiro jejum e a repartir com os irmãos e irmãs tudo o que temos e somos. Por Cristo, nosso Senhor.

Amém!

  1. Bênção

O Senhor nos abençoe e nos proteja: nos guarde em seus caminhos até a Páscoa da ressurreição!

Amém!

Abençoe-nos o Deus todo poderoso, o Pai e o Filho e o Espírito Santo.

Amém!

– Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.

Para sempre seja louvado!

 

CÍRCULO BÍBLICO – 2º DOMINGO DA QUARESMA

(Lucas 9,28b-36) 

O Senhor é minha luz e salvação.

O Senhor é a proteção da minha vida.

(Salmo 26/27) 

  1. Acolhida
  1. a) Criar um bom ambiente. Dar as boas-vindas. Colocar as pessoas à vontade;
  2. b) Símbolos próprios da Quaresma: Cruz, Bíblia, pano roxo, simbolizando o tempo de conversão, frases do evangelho do dia;
  3. c) Apresentar brevemente o assunto que vai ser refletido, meditado e rezado neste encontro.
  4. Abertura

– Estes lábios meus, vem abrir, Senhor, (bis)

Cante esta minha boca sempre o teu louvor!(bis)

– Venham, adoremos a nosso Senhor. (bis)

É Tempo de Quaresma que ele consagrou. (bis)

–Venham, exultemos todos no Senhor, (bis)

Ele é nosso Rochedo, nosso Salvador! (bis)

– Somos o seu povo, o rebanho seu, (bis)

Ele é nosso Pastor, ele é nosso Deus! (bis)

–Não fechemos, hoje, nosso coração, (bis)

Sua voz escutemos com toda atenção! (bis)

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis)

Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis)

–Venha com fervor para a oração, (bis)

Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição. (bis)

Dirigente: Vamos fazer a recordação da vida ou revisão do dia, olhar de perto as coisas da nossa vida.

  1. Escutar a Palavra de Deus, que traz luz para vida

Chave de leitura: Neste segundo domingo da Quaresma, temos a graça de subir com Jesus a montanha sagrada. Por que Ele sobe a montanha sagrada? Para rezar, orar, viver a dimensão da profunda comunhão com o Pai e levar consigo seus principais apóstolos, aqueles que vivem com Ele os momentos mais singulares na Sua missão. Pedro, Tiago e João acompanham Jesus neste momento tão importante. O que nós aprendemos com tudo isso?

  1. a) Canto de aclamação: a critério.
  2. b) Leitura do texto: Lucas 9, 28b-36 (o que diz o texto)?
  3. c) Momento de silêncio: Interiorização da leitura
  4. Meditar a palavra para fazer aparecer a luz
  5. a) Ler o texto, em silêncio;
  6. b) Retomar o texto, lendo-o em voz alta (Uma pessoa);
  7. c) Relembrar o texto, destacando, símbolos, falas e o lugar/espaço dos acontecimentos.

  Questões para reflexão:

– Quem aparece no texto?

– Quem fala  e o que falar?

– O que mais lhe chamou a atenção? Por quê?

– O que o texto diz para mim, hoje?

– Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

  1. Rezar a palavra para transformar a Luz em vida

Dirigente: Primeiro, ao subir a montanha, ou seja, sair do lugar onde estamos, seja nosso trabalho ou ocupação, da comodidade que temos na vida para ir a um lugar reservado.

Leitor 1.  A montanha alta significa o encontro de Deus que está nas alturas. Quando vamos ao encontro de Deus, quando nos colocamos inteiramente na presença d’Ele, somos transformados, transfigurados, começamos a resplandecer a beleza divina. 

Leitor 2. Quando nos retiramos de onde estamos ou do que fazemos, e nos colocamos em uma atitude de oração profunda, nossos sentidos se envolvem.

E o que digo a Deus?

Preces: Irmãos e irmãs, neste tempo favorável, neste dia da salvação, apresentemos ao Senhor nossas súplicas confiantes e digamos:

Resposta: Cristo, Filho do Deus vivo, tem pena de nós.

(As pessoas podem fazer suas preces em voz alta ou em silêncio).

Pensar um gesto concreto, pessoal ou comunitário, de acordo com a realidade local.

Pai-nosso…

Ave-Maria…

Oração

Ó Deus de ternura e Mãe da compaixão, és fonte de toda ação justa e de toda palavra boa. Vivendo a Quaresma como um tempo de deserto, ensina-nos a orar. Tu nos chamas à penitência. Converte, então, nosso coração, e ensina-nos a praticar o verdadeiro jejum e a repartir com os irmãos e irmãs tudo o que temos e somos. Por Cristo, nosso Senhor.

Amém!

  1. Bênção

O Senhor nos abençoe e nos proteja: nos guarde em seus caminhos até a Páscoa da ressurreição!

Amém!

Abençoe-nos o Deus todo poderoso, o Pai e o Filho e o Espírito Santo.

Amém!

– Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.

Para sempre seja louvado! 

 

CÍRCULO BÍBLICO – 3º DOMINGO DA QUARESMA

(Lucas 13, 1-9)

Bendize, ó minha alma, ao Senhor,

todo o meu ser, seu santo nome!

(Salmo 102 / 103)

  1. Acolhida
  1. a) Criar um bom ambiente. Dar as boas-vindas. Colocar as pessoas à vontade;
  2. b) Símbolos próprios da Quaresma: Cruz, Bíblia, pano roxo, simbolizando o tempo de conversão, frases do evangelho do dia;
  3. c) Apresentar brevemente o assunto que vai ser refletido, meditado e rezado neste encontro.
  4. Abertura

– Estes lábios meus, vem abrir, Senhor, (bis)

Cante esta minha boca sempre o teu louvor!(bis)

– Venham, adoremos a nosso Senhor. (bis)

É Tempo de Quaresma que ele consagrou. (bis)

–Venham, exultemos todos no Senhor, (bis)

Ele é nosso Rochedo, nosso Salvador! (bis)

– Somos o seu povo, o rebanho seu, (bis)

Ele é nosso Pastor, ele é nosso Deus! (bis)

–Não fechemos, hoje, nosso coração, (bis)

Sua voz escutemos com toda atenção! (bis)

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis)

Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis)

–Venha com fervor para a oração, (bis)

Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição. (bis)

Dirigente:  Vamos fazer a recordação da vida ou revisão do dia, olhar de perto as coisas da nossa vida.

  1. Escutar a Palavra de Deus, que traz luz para vida

Chave de leitura: A parábola da figueira estéril é um convite preciso a não viver uma existência vazia, porém frutificar e enriquecer-se para o dia chamado “do Senhor”. A paciência de Deus, que sabe esperar que o homem se converta e frutifique, impele-nos a dar valor ao dom da vida.

  1. a) Canto de aclamação: a critério.
  2. b) Leitura do texto: Lucas 13, 1-9 (o que diz o texto)?
  3. c) Momento de silêncio: Interiorização da leitura
  4. Meditar a palavra para fazer aparecer a luz
  5. a) Ler o texto, em silêncio;
  6. b) Retomar o texto, lendo-o em voz alta (Uma pessoa);
  7. c) Relembrar o texto, destacando, símbolos, falas e o lugar/espaço dos acontecimentos.

Dirigente: A parábola da figueira fala de um Deus paciente, que envia seu filho para que as pessoas se deixem transformar e produzir frutos. Ao nos criar, Deus espera que demos nada mais que frutos de bondade, misericórdia, solidariedade. Quando faltam tais frutos, falta a vida verdadeira que Ele deseja para cada um de nós.

    Questões para reflexão:

– O que o texto diz para mim, hoje?

– Como está meu processo de conversão?

– Minha figueira tem produzido frutos?
– Quais são os adubos na minha vida?

– Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

  1. Rezar a palavra para transformar a Luz em vida

Dirigente: Nós somos a “figueira” que o Senhor escolheu para dar frutos a Ele. Lembre-se desta Palavra: “Eu não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do maligno. Eles não são do mundo, como eu não sou do mundo. Consagra-os pela verdade: a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, eu também os enviei ao mundo” (cf. Jo 17,15-18).

Leitor 1. Nesta semana, a Liturgia da Palavra nos chamou à vigilância. Hoje, completa chamando-nos à conversão.

Preces: Irmãos e irmãs, neste tempo favorável, neste dia da salvação, apresentemos ao Senhor nossas súplicas confiantes e digamos:

Resposta: Cristo, Filho do Deus vivo, tem pena de nós.

(As pessoas podem fazer suas preces em voz alta ou em silêncio).

Pensar um gesto concreto, pessoal ou comunitário, de acordo com a realidade local.

Pai-nosso…

Ave-Maria…

Oração

Ó Deus de ternura e Mãe da compaixão, és fonte de toda ação justa e de toda palavra boa. Vivendo a Quaresma como um tempo de deserto, ensina-nos a orar. Tu nos chamas à penitência. Converte, então, nosso coração, e ensina-nos a praticar o verdadeiro jejum e a repartir com os irmãos e irmãs tudo o que temos e somos. Por Cristo, nosso Senhor.

Amém!

  1. Bênção

O Senhor nos abençoe e nos proteja: nos guarde em seus caminhos até a Páscoa da ressurreição!

Amém!

Abençoe-nos o Deus todo poderoso, o Pai e o Filho e o Espírito Santo.

Amém!

– Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.

Para sempre seja louvado!

 

CÍRCULO BÍBLICO – 4º DOMINGO DA QUARESMA

(Lucas 15,1-3.11-32) 

Provai e vede quão suave é o Senhor!

(Salmo 33-34) 

  1. Acolhida
  1. a) Criar um bom ambiente. Dar as boas-vindas. Colocar as pessoas à vontade;
  2. b) Símbolos próprios da Quaresma: Cruz, Bíblia, pano roxo, simbolizando o tempo de conversão, frases do evangelho do dia;
  3. c) Apresentar brevemente o assunto que vai ser refletido, meditado e rezado neste encontro.
  4. Abertura

– Estes lábios meus, vem abrir, Senhor, (bis)

Cante esta minha boca sempre o teu louvor!(bis)

– Venham, adoremos a nosso Senhor. (bis)

É Tempo de Quaresma que ele consagrou. (bis)

–Venham, exultemos todos no Senhor, (bis)

Ele é nosso Rochedo, nosso Salvador! (bis)

– Somos o seu povo, o rebanho seu, (bis)

Ele é nosso Pastor, ele é nosso Deus! (bis)

–Não fechemos, hoje, nosso coração, (bis)

Sua voz escutemos com toda atenção! (bis)

– Glória ao Pai e ao Filho e ao Santo Espírito. (bis)

Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito. (bis)

–Venha com fervor para a oração, (bis)

Já se aproxima a Páscoa da Ressurreição. (bis)

Dirigente: Vamos fazer a recordação da vida ou revisão do dia, olhar de perto as coisas da nossa vida.

  1. Escutar a Palavra de Deus, que traz luz para vida

Chave de leitura: O Evangelho de hoje narrado por Lucas, conhecido como “parábola do filho pródigo”, poderia muito bem ser denominado também “parábola do pai misericordioso”. Nele temos a revelação do Deus de Jesus que a todos acolhe em seu infinito amor.

  1. a) Canto de aclamação: a critério.
  2. b) Leitura do texto: Lucas 15,1-3.11-32 (o que diz o texto)?
  3. c) Momento de silêncio: Interiorização da leitura
  4. Meditar a palavra para fazer aparecer a luz
  5. a) Ler o texto, em silêncio;
  6. b) Retomar o texto, lendo-o em voz alta (Uma pessoa);
  7. c) Relembrar o texto, destacando, símbolos, falas e o lugar/espaço dos acontecimentos.

Dirigente: O capítulo quinze do Evangelho de São Lucas nos apresenta uma das páginas mais belas de toda a Sagrada Escritura: Um pai cujo coração esbanja amor, misericórdia, bondade e ternura para com seus filhos, e esse mesmo pai tem dois filhos, um mais velho e um mais novo e a história você conhece.

Leitor 1. A parábola do Pai Misericordioso vai mostrar como Deus pai age diante dos filhos. A situação que relata é absolutamente real e facilmente encontrável em qualquer família humana.

  1. Questões para reflexão:

– Qual é a imagem de Deus que aparece no texto?

– Qual é o ensinamento que esta parábola deixa para nós, cristãos, comunidades, Igreja?

– O que a Palavra me leva a dizer a Deus?

Preces: Irmãos e irmãs, neste tempo favorável, neste dia da salvação, apresentemos ao Senhor nossas súplicas confiantes e digamos:

Resposta: Cristo, Filho do Deus vivo, tem pena de nós.

(As pessoas podem fazer suas preces em voz alta ou em silêncio).

Pensar um gesto concreto, pessoal ou comunitário, de acordo com a realidade local.

Pai-nosso…

Ave-Maria…

Oração

Ó Deus de ternura e Mãe da compaixão, és fonte de toda ação justa e de toda palavra boa. Vivendo a Quaresma como um tempo de deserto, ensina-nos a orar. Tu nos chamas à penitência. Converte, então, nosso coração, e ensina-nos a praticar o verdadeiro jejum e a repartir com os irmãos e irmãs tudo o que temos e somos. Por Cristo, nosso Senhor.

Amém!

  1. Bênção

O Senhor nos abençoe e nos proteja: nos guarde em seus caminhos até a Páscoa da ressurreição!

Amém!

Abençoe-nos o Deus todo poderoso, o Pai e o Filho e o Espírito Santo.

Amém!

– Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.

Para sempre seja louvado!

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