12310546_778249138970819_671467970402359698_nNo dia 8 de dezembro de 1854, o bem-aventurado Papa Pio IX declarou verdade de fé à Conceição Imaculada de Maria. O privilégio da Imaculada Conceição não se refere ao fato de Maria de Nazaré ter sido virgem antes, durante e depois do parto de Jesus. Estamos diante de um mistério. Ou seja: diante de um fato que nossa inteligência, por ser conhecidamente limitada, não consegue abranger nem explicar por inteiro. O mistério não contradiz a razão humana, mas a excede.

“Em 1549, chegou ao Brasil o primeiro Governador-Geral, Tomé de Souza, cuja esquadra trazia em sua capitania a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Em Salvador, então capital da colônia, foi edificada próxima ao porto a primeira capela. Nesse pequeno templo religioso, passou a ser venerada a Imagem, e, por causa de sua localização, era a primeira a ser visitada por todos os que chegavam de viagem. A igreja primitiva foi demolida no século XVIII, para dar lugar à outra, bem maior, cujas paredes foram constituídas por pedras artisticamente esculpidas em Portugal e de lá trazidas para Salvador”.

No período de 29 de novembro a 8 de dezembro, várias paróquias e comunidades, espalhadas por todos os cantos de nossa Diocese de Guarabira,celebram os novenários em preparação para o dia de Nossa Senhora da Conceição. É bonito de se ver o povo de Deus rezando, cantando com Nossa Senhora. Cada expressão sincera dos devotos atinge os céus e revigora a Igreja, que é convidada a imitar as virtudes de Maria.

O Papa Francisco definiu, para o próximo dia 8 de dezembro de 2015, Solenidade da Imaculada Conceição de Maria a Abertura do Ano Santo da Misericórdia. Sua Santidade ressaltou a grandeza da misericórdia divina e, ao mesmo tempo, a importância de os fiéis aplicarem em sua vida a virtude da misericórdia.

A invocação “Salve, Rainha Mãe de misericórdia” se encontra pela primeira vez com o Bispo Adhémar, de Le Puy (+ 1098); destaca a qualidade do olhar materno de Maria: “esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei”, e conclui com o sentido desta sua misericórdia: “ó clemente, ó piedosa, ó doce, sempre Virgem Maria”. Já o título “Mãe de Misericórdia” se crê que foi dado pela primeira vez a Maria por Santo Odão (+942), abade deCluny.

Rogamos à nossa Augusta Padroeira e Rainha, concebida sem pecado original, que Ela conceda especialmente a todos seus filhos brasileiros, uma admiração elevada por sua pureza imaculada e um horror a qualquer forma de pecado.

 Severino Nogueira  da Silva Junior

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