O Seminário de Filosofia da Diocese de Guarabira, instalado em Olinda e Recife, celebrou na manhã desta quarta-feira (28), a festa do seu Padroeiro, Santo Agostinho.

A celebração eucarística foi presidida pelo Reitor do Seminário padre Joanderson Lira. Estiveram presentes sacerdotes que auxiliam na formação espiritual dos seminaristas.

Em seu perfil no Instagram, os seminaristas postaram: “a nossa casa de formação agradece os que se fizeram unidos, fisicamente e espiritualmente. Que Santo Agostinho de Hipona rogue a Deus por todos nós!”.

 

Em seu programa de rádio “Servir com Alegria” – veiculado na Rádio Integração 102,3 FM, às 18h, o bispo diocesano Dom Aldemiro Sena saudou o Seminário Diocesano Santo Agostinho por ocasião da festa do seu patrono e pediu orações na intenção do trabalho de formação dos seminaristas.

Biografia

Santo Agostinho nasceu em 13 de novembro de 354, em Tagaste, ao norte da África. Foi filho de Patrício e Santa Mônica, que ofereceu orações pela conversão de seu marido e de seu filho.

Em sua juventude, entregou-se a uma vida dissoluta. Conviveu com uma mulher por aproximadamente 14 anos e tiveram um filho chamado Adeodato, que morreu ainda jovem.

No ano 387, foi batizado junto com seu filho. Sua mãe faleceu naquele mesmo ano. Mais tarde, em Hipona, foi ordenado sacerdote e em seguida Bispo, ficando a cargo dessa Diocese por 34 anos. Combateu as heresias de seu tempo e escreveu muitos livros, sendo o mais famoso sua autobiografia intitulada “Confissões”.

Em 28 de agosto de 430, adoeceu e faleceu. Seu corpo foi enterrado em Hipona, mas logo foi transladado a Pavia, Itália. É um dos 33 Doutores da Igreja, recordado como o Doctor Gratiae (Doutor da Graça).

Para o Papa Emérito Bento XVI, Santo Agostinho foi um “bom companheiro de viagem” em sua vida e ministério. Em janeiro de 2008, referiu-se a ele como “homem de paixão e de fé, de alta inteligência e de incansável solicitude pastoral… deixou um rastro profundo na vida cultural do Ocidente e de todo o mundo”.

Em agosto de 2013, o Papa Francisco, durante a Missa de abertura do Capítulo Geral da Ordem de Santo Agostinho, referiu-se ao santo como um homem que “comete erros, toma também caminhos equivocados, é um pecador; mas não perde a inquietação da busca espiritual. E deste modo descobre que Deus lhe esperava; mais ainda, que jamais tinha deixado de lhe buscar primeiro”.

Quem também fez grande difusão da vida e obra deste Doutor da Igreja foi São João Paulo II, que redigiu a Carta Apostólica “Augustinum Hipponensem”, em 1986, por ocasião do XVI Centenário da conversão de Santo Agostinho.

PASCOM – Pastoral da Comunicação