Na manhã deste domingo (20), XXV Domingo do Tempo Comum – Ano A, o bispo diocesano de Guarabira, dom Aldemiro Sena dos Santos, presidiu a Santa Missa na Catedral Nossa Senhora da Luz e fez os fieis refletirem sobre as leituras próprias indicadas para este dia.

No Evangelho deste Domingo (Mt 20,1-16), Jesus conta aos seus discípulos a parábola dos trabalhadores da vinha. A parábola fala de um proprietário de vinha que saiu a contratar trabalhadores para a sua vinha.  Saiu logo de manhã cedo e contratou alguns que encontrou, prometendo dar a eles, no fim do dia, o pagamento de um denário, o que equivale a uma moeda de prata, que era o salário normal para um dia de trabalho. Este proprietário saiu novamente na hora terceira e contratou mais outros que estavam na praça, com a mesma promessa de dar a eles o que fosse justo. Saiu de novo à hora sexta e à hora nona e contratou mais outros, com a mesma promessa: pagaria o que fosse justo.  Já quase no fim do dia, à décima primeira hora, que corresponde ao horário das cinco da tarde, saiu e encontrou outros que estavam ainda na praça sem trabalho, uma vez que ninguém os convocara, e os mandou também para a sua vinha.

A parábola nos diz que, ao findar o dia, o patrão mandou o seu administrador efetuar o pagamento aos trabalhadores, começando pelos últimos. E eles receberam um denário. Depois vieram os outros, que tinham começado a trabalhar desde cedo. Vendo como tinham sido pagos os da última hora, ficaram na esperança de receber mais. Porém receberam apenas o denário que lhes tinha sido prometido. Naturalmente, reclamaram contra o patrão que pagava o mesmo valor aos que tinham trabalhado apenas uma hora e a eles que tinham suportado o peso do cansaço e do calor do dia inteiro.

“Deus chama à salvação todos os homens, de todos os tempos e épocas. Vivamos e digamos como o apóstolo São Paulo: só me interessa viver a altura do Evangelho!”, frisou dom Aldemiro.

Cristãos da primeira hora ou da última hora são filhos amados do mesmo Pai. O dom de Deus destina-se a todos, por igual. A parábola nos convida a perceber que Deus oferece gratuitamente a salvação a todos, aos primeiros e aos últimos.  Os últimos são os pecadores que Jesus veio buscar e que, convidados por Ele, entram no âmbito da misericórdia de Deus.

PASCOM – Pastoral da Comunicação

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